ALOBRÁS articula revitalização da Passarela do Museu da Imigração

A ALOBRÁS participou, nesta segunda-feira (31), de uma importante reunião para avançar nas tratativas de *revitalização da Passarela do Museu da Imigração*, estrutura histórica localizada sobre a linha férrea e que pode voltar a desempenhar um papel relevante na integração urbana e turística da região do Brás. O encontro reuniu representantes da CPTM, do Museu da Imigração, da Associação Comercial de São Paulo e lideranças ligadas ao bairro. Participaram da reunião o diretor da CPTM, *Sr. Argenton, acompanhado de seu secretário, **Sr. Francis; a diretora do Museu da Imigração, **Sra. Alessandra; a historiadora **Elizabeth Florindo; **Padre Simone; o superintendente da ACSP, **Anderson Festa; e **Fauze Yunes*, vice-presidente da ALOBRÁS. A proposta vai além da recuperação física da passarela. A intenção é estudar alternativas capazes de *resgatar seu valor histórico, melhorar a integração da região e criar uma nova conexão entre o Museu da Imigração e o Brás*, fortalecendo também o potencial turístico e cultural do bairro. A localização possui forte valor simbólico. A ferrovia e o atual Museu da Imigração fazem parte da própria formação histórica do Brás e da chegada de milhares de imigrantes que ajudaram a construir São Paulo. Recuperar esse espaço significa, portanto, *reconectar o presente do bairro com uma das páginas mais importantes de sua história*. Para a ALOBRÁS, iniciativas dessa natureza fazem parte de um projeto mais amplo de valorização do Brás, que envolve mobilidade, segurança, zeladoria, turismo, cultura e fortalecimento do comércio. > *“Queremos um Brás que preserve sua história, mas que também olhe para o futuro. A revitalização da passarela pode transformar uma estrutura hoje sem utilização em um novo elo entre o Museu da Imigração, o bairro e a cidade de São Paulo.”*, destaca Fauze Yunes, vice-presidente da ALOBRÁS. A reunião representa um *primeiro passo de articulação entre as instituições envolvidas*, que agora deverão avançar nos estudos e nas possibilidades para viabilização do projeto. *Mais do que recuperar uma passarela, a proposta é recuperar uma conexão. Uma ligação entre a história de quem chegou a São Paulo pelo Brás e o futuro de um bairro que continua recebendo, trabalhando, empreendendo e ajudando a construir a cidade todos os dias.* ALOBRÁS | Um só Brás.

A ALOBRÁS participou, nesta segunda-feira (31), de uma importante reunião para avançar nas tratativas de *revitalização da Passarela do Museu da Imigração*, estrutura histórica localizada sobre a linha férrea e que pode voltar a desempenhar um papel relevante na integração urbana e turística da região do Brás.

O encontro reuniu representantes da CPTM, do Museu da Imigração, da Associação Comercial de São Paulo e lideranças ligadas ao bairro. Participaram da reunião o diretor da CPTM, *Sr. Argenton, acompanhado de seu secretário, **Sr. Francis; a diretora do Museu da Imigração, **Sra. Alessandra; a historiadora **Elizabeth Florindo; **Padre Simone; o superintendente da ACSP, **Anderson Festa; e **Fauze Yunes*, vice-presidente da ALOBRÁS.

A proposta vai além da recuperação física da passarela. A intenção é estudar alternativas capazes de *resgatar seu valor histórico, melhorar a integração da região e criar uma nova conexão entre o Museu da Imigração e o Brás*, fortalecendo também o potencial turístico e cultural do bairro.

A localização possui forte valor simbólico. A ferrovia e o atual Museu da Imigração fazem parte da própria formação histórica do Brás e da chegada de milhares de imigrantes que ajudaram a construir São Paulo. Recuperar esse espaço significa, portanto, *reconectar o presente do bairro com uma das páginas mais importantes de sua história*.

Para a ALOBRÁS, iniciativas dessa natureza fazem parte de um projeto mais amplo de valorização do Brás, que envolve mobilidade, segurança, zeladoria, turismo, cultura e fortalecimento do comércio.

> *“Queremos um Brás que preserve sua história, mas que também olhe para o futuro. A revitalização da passarela pode transformar uma estrutura hoje sem utilização em um novo elo entre o Museu da Imigração, o bairro e a cidade de São Paulo.”*, destaca Fauze Yunes, vice-presidente da ALOBRÁS.

A reunião representa um *primeiro passo de articulação entre as instituições envolvidas*, que agora deverão avançar nos estudos e nas possibilidades para viabilização do projeto.

*Mais do que recuperar uma passarela, a proposta é recuperar uma conexão. Uma ligação entre a história de quem chegou a São Paulo pelo Brás e o futuro de um bairro que continua recebendo, trabalhando, empreendendo e ajudando a construir a cidade todos os dias.*

ALOBRÁS | Um só Brás.

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